Propôs na campanha 2012

Propôs e vamos fiscalizar!

http://www.nabil.org.br/propostas/


Mobilidade


• Dar prioridade absoluta ao transporte coletivo. Apoiar o Bilhete Único mensal e a integração entre metrô, trem, ônibus e bicicletas compartilhadas.
• Promover a integração do Bilhete Único mensal e semanal com a Região Metropolitana de São Paulo.
• Apoiar a implantação de 150 quilômetros de novos corredores exclusivos de ônibus, melhoria dos trens metropolitanos e ampliação do metrô.
• Incentivar o uso seguro da bicicleta, apoiando a criação de ciclovias, ciclofaixas e bicicletários.
• Lutar pela utilização de combustíveis limpos.
• Defender a segurança no trânsito, com especial atenção aos motociclistas, pedestres e ciclistas.
• Popularizar a utilização da rede de táxis da cidade.
• Compromisso com a “Mobilidade por Bicicletas

Cultura

• Integrar as políticas sociais articulando educação, cultura, esporte, lazer, saúde e economia solidária.
• Ampliar o VAI – Programa para Valorização de Iniciativas Culturais – que já contemplou de 2004 a 2012 mais de 950 projetos.
• Criar o VAI II e o VAI do esporte.
• Apoiar o uso do espaço público para projetos culturais.
• Ampliar as políticas públicas voltadas à juventude.
• Criar por lei programas de apoio ao teatro de rua, à dança, ao circo, ao cinema, à música, às artes plásticas, à leitura e às bibliotecas.
• Implantar novos cursos técnicos e universitários nos bairros periféricos.
• Propor uma lei de educação ambiental, sanitária e cidadã e acompanhar sua implementação.
• Fortalecer os CEUs (Centros Educacionais Unificados) como espaços culturais.
• Criar por lei o Sistema Municipal de Cultura.
• Incentivar os espaços culturais não estatais cuja atuação seja compatível com princípios da cidadania cultural.
• Lutar pelo aumento do orçamento da cultura, articulando governos municipal, estadual e federal.
• Lutar por um Fundo Municipal de Cultura com mecanismos adequados para o apoio a todas as manifestações artístico-culturais (circo, teatro, teatro de rua, dança, música, culturas populares, hip hop, artes visuais, audiovisual e literatura).
• Promover o acesso e a qualificação dos espaços públicos para as artes de rua e circo, facilitando o uso para atividades culturais em todas as regiões da cidade.
• Incentivar à recuperação, estruturação e democratização de equipamentos municipais como o Centro Cultural São Paulo, teatros, bibliotecas, casas de cultura e outros espaços culturais da cidade, valorizando os corpos estáveis e os funcionários.
• Reestruturar o quadro de funcionários da Secretaria Municipal de Cultura por meio de concursos públicos e novo plano de carreira.

Habitação


• Apoiar um processo participativo na revisão do Plano Diretor Estratégico. Oportunidade para surgir um novo modelo de desenvolvimento sustentável para São Paulo.
• Defender a implantação do Arco do Desenvolvimento proposto por Fernando Haddad, visando reduzir o deslocamento por meio da aproximação entre moradia e emprego.
• Trabalhar pela reabilitação e o repovoamento do centro e bairros consolidados, priorizando a habitação.
• Combater a especulação imobiliária, a manutenção de terrenos e imóveis ociosos e a verticalização nos bairros saturados.
• Regularizar e urbanizar loteamentos irregulares e favelas e implantar equipamentos sociais nos distritos mais carentes.
• Conter a expansão horizontal, preservando o cinturão verde e as atividades agrícolas sustentáveis na área dos mananciais e da Serra da Cantareira.
• Defender e melhorar o espaço público: calçadas, acessibilidade, arborização de praças e vias, eliminação de postes e fiação.
• Defender a construção de banheiros públicos, especialmente na região central, com limpeza e manutenção 24hs.
• Reformular a legislação urbanística e Código de Obras para facilitar a produção habitacional e aprovação de projetos.
• Promover um plano habitacional articulado com a política urbana para garantir o direito dos cidadãos de São Paulo à moradia digna.
• Fortalecer a gestão democrática por meio do Conselho Municipal de Política Urbana e Habitação, com a participação dos movimentos de moradia, representantes das entidades de produção habitacional e da administração municipal.
• Defender a função social da propriedade, combatendo com tributação a ociosidade de imóveis na cidade.
• Fomentar os planos de bairros e de ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social).
• Garantir o direito à habitação aos moradores ameaçados de despejo nas ações de reintegração de posse.
• Estimular a autogestão, as cooperativas e a produção privada de habitação social.
• Apoiar a luta por recursos para a moradia social.
• Fomentar o desenvolvimento de projetos para obtenção de financiamento habitacional em órgãos federais e estaduais.
• Priorizar a conclusão das obras de habitação em andamento, incluindo mutirões, urbanização e verticalização de favelas e intervenções em cortiços – quando necessário.


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